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Diz aí!
Posted on agosto 21st, 2009 No comments
Marcos Villela, diretor da Revista Sport Life
Conversamos com os editores e diretores das principais revistas de corrida do Brasil para saber um pouco mais sobre esse esporte em suas vidas. O primeio a participar é Marcos Villela, diretor da Revista Sport Life. Confira seu depoimento!
“Desde que deixei a mineira Belo Horizonte para viver em São Paulo, a corrida passou a fazer parte da minha vida, com bastante ganhos em qualidade de vida. Porém, por tudo que aprendi sobre atividades esportivas e pelos objetivos que tenho, coloquei limites: uma hora de corrida, três ou quatro vezes por semana. Acima disso temo perder os benefícios da corrida. A analogia que sempre fazem para diferenciar o veneno do remédio, acredito valer para a corrida. Excedeu a dose, os efeitos colaterais sobrepõem ou anulam os benefícios. Por isso, não tenho pretensões de vencer competições ou superar limites e sempre achei as provas de 10 k as mais indicadas pra mim.
Corro por prazer e sempre digo, corra sempre, mas dentro dos limites que são saudáveis para o seu corpo, onde você habita. Diversas pesquisas provam que sedentarismo e excesso de exercícios fazem mal para o corpo. Por isso, busco e recomendo o equilíbrio. E uma última dica: nunca se esqueça da musculação. Sem músculos fortalecidos, seus ossos estarão desprotegidos.”
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Primeira maratona
Posted on agosto 14th, 2009 No comments
Foto: Nathalia Larsen
Sabe aquele ditado que dizem que certas coisas não são pra qualquer pessoa? Ou de que provas como uma maratona, por exemplo, são pra poucos? Esqueça. Qualquer pessoa pode participar de uma corrida de longa distância, desde, é claro, que se prepare para isso.
Mesmo quem nunca correu e quer começar hoje pode vislumbrar uma maratona no prazo de até dois anos. Não acredita? Então procure um especialista e comece a treinar. Já nos primeiros meses você vai passar da caminhada pro trote e do trote para a corrida. Depois virão os 5km, 10km, 21km… e, enfim, os 42km.
Continua sem acreditar? Veja o depoimento que a jornalista Fernanda Paradizo deu no site Run for Life, publicado também na revista Boa Forma, sobre a primeira maratona dela. Emocionante.
“Os 42 km que mudaram a minha vida
Sempre gostei de correr, mas nunca imaginei que um dia estaria entre os 31 mil atletas da Maratona de Nova York. E pensar que tudo começou com uma reportagem.” (leia íntegra…) -
Meus novos pulmões
Posted on junho 22nd, 2009 2 commentsConvidamos a editora da revista Vo2, Ana Paula de Oliveira para contar sua história com a corrida. Ela enviou para a equipe do NB Run Your Number o relato divertido de seus primeiros passos no esporte.

ativo.com
“Se eu posso, todo mundo pode.
Quando eu decidi que era hora de me mexer e que, caso continuasse naquele ritmo alucinado de trabalho, cigarros, fast food e vida sedentária, não passaria – ou passaria muito mal – dos 30 anos, optei pela bicicleta. Que coisa chata correr. Imagine, eu, correndo e suando. Jamais. Mas, com 15 kg acima do meu peso, muitos me aconselhavam a correr para auxiliar na perda de peso. Como meu pai é maratonista e minha família também é praticante de corrida, decidi dar uma chance aos tênis. Logo me inscrevi em uma prova de 5 km, no autódromo de Interlagos. Eu não fazia a menor ideia de quanto eram 5 km – achava que era daqui até uns quatro quarteirões para frente. Como treino (uma semana antes da prova), fui correr na esteira. Não consegui nem correr um minuto inteiro sequer. Mas achava que, com o calor e a emoção da prova, talvez deus ou o espírito de Jesse Owens me iluminasse e me pusesse para correr. Fiz tudo o que jamais poderia ter feito: disparei como se estivesse em uma prova de 100 metros. Já no final da reta e começo da descida do autódromo – não tinha passado nem 1 km –, não agüentava mais. Olhei para a frente e vi que todo o resto do percurso era subida. A saída mais lógica, naquele momento, foi voltar. Caminhando, obviamente, e cheia de câimbras. Imaginava que era lenda quem falava que sentia a endorfina na veia ao correr. Lorota de corredor. A única coisa que eu sentia era frustração, porque as pernas e os pés… eu já não sentia mais.
Como sou brasileira, não desisti. Passei a correr com mais frequência. Consegui correr meu primeiro minuto sem parar. Na semana seguinte, já corria cinco. Sofridos, mas corria. Tracei um objetivo: fazer o Ironman (3,8 km de natação, 180 km de bike e 42 km de corrida). Sabia que era algo utópico, então decidi montar um blog contando meus treinos, o Meus Novos Pulmões – naquela época, havia parado de fumar.
Mas o gosto de correr mesmo só veio depois que comecei a… correr (e não trotar). Fiz provas de 5 km, passei para as de 10 km. Devagar e sempre. Porém, queria mais. Pela primeira vez senti a tal da endorfina, essa droga que me compele a fazer loucuras.
Ainda com o objetivo de completar o Ironman (ou um meio-Ironman, nessa altura do campeonato), eu me inscrevi em um short triathlon, com 750 m de nado, 20 km de bike e 5 km de corrida. Foi a maior loucura que já fiz na vida, mas completei. E não é que esse negócio de correr vicia? Tempos depois, queria mais. Optei por uma meia-maratona no final do ano passado. Chorei quando cruzei a linha de chegada.
Hoje, treino quase todos os dias, na hora do almoço, na academia. Corro três vezes por semana, nado, faço musculação e pedalo e/ou corro no fim de semana. Mas não sou atleta, digo que pratico a redução de danos: já que não vou parar de sair à noite, ir às baladas ou de tomar minha cervejinha. Quando alguém diz que gostaria de praticar algum esporte, mas não tem tempo, porque fuma ou porque está acima do peso, eu digo: se eu consegui, qualquer um consegue.”
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Treinamento ou tortura?
Posted on junho 16th, 2009 No commentsFolheando umas revistas gringas, encontramos a polêmica história de Budhia Singh. Para quem não conhece o pequeno corredor, nascido em 2002, na Índia, é simplesmente inacreditável. Em 2006, com apenas quatro anos, correu sem parar um percurso de 65 km em menos de sete horas. Isso mesmo, se essa já é uma missão quase que sobre humana para maioria dos adultos, imagine o esforço feito por uma criança para realizar tal façanha.
O feito garantiu ao jovem o título de maratonista mais jovem do mundo. Mas as conseqüências dele podem não terem sido muito boas. Ainda em 2006 o governo indiano já havia proibido o garoto de correr, depois de alguns médicos terem constatado que ele sofria de pressão alta e estresse cardíaco.
Além disso, o caso de Budhia é cercado de mistérios. Em 2007, Biranchi Das, treinador do pequeno, foi acusado por tortura. Das negou todas as acusações. No inicio de 2008, o ex-treinador foi encontrado morto, mas a polícia local não achou ligação entre sua morte e o caso do corredor mirim.
A história de Budhia nos mostra que correr é bom, mas há limites, principalmente quando se é tão jovem. Depois de tanto esforço, o mais triste é que o jovem passou a ver a corrida como algo negativo que lhe faz mal e não o contrário.
E você, o que acha dessa história toda???
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Corrida e viagens: dá para conciliar?
Posted on junho 4th, 2009 1 comment
SXC.HU
Viajar é bom demais, quase todo mundo deve concordar com isso, mas tem muita gente que reclama porque viaja demais. E isso quase sempre acontece com quem, por causa do trabalho, viaja quase toda semana ou até mais vezes por semana. Quase sempre, a justificativa desse pessoal é de que com esse tipo de vida não dá pra ter namorado, filho, fazer um curso presencial ou atividade física regular, entre tantas outras coisas bastante comuns.
Em relação aos namorados ou namoradas, fica complicado, mas se você quer abraçar uma vida mais saudável e uma rotina de atividades físicas mais frequentes, nós podemos te ajudar. Sabe como? Incentivando você a correr.
Sim, a corrida é a atividade física mais despretensiosa, descompromissada e, sobretudo fácil de ser realizada. Basta um bom par de tênis e força de vontade pra dar os primeiros passos, daí, não importa em que lugar do mundo você está.
Assim, nossa dica e de muita gente que corre e viaja é, não se esqueça de arrumar um espaço na mala para o tênis.
Em seu blog, Leandro Turbino conta como aproveitou uma folguinha numa viagem de trabalho à Toronto, no Canadá, pra correr. Vale a pena ver o blog e aproveitar o exemplo (http://corromesmo.blogspot.com/).
Abraços J.
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Gente que faz o extraordinário
Posted on maio 18th, 2009 1 commentNa edição deste mês a revista O2 faz uma bela homenagem a Abebe Bikila, o primeiro corredor a ganhar duas maratonas olímpicas seguidas, em 1960, em Roma, e, em 1964, em Tóquio. Mas o etíope, que nasceu pobre durante os jogos olímpicos de 1932, não foi apenas extraordinário por essas façanhas. Como também não foi apenas pelo fato de nessas duas corridas, na primeira delas descalço, ter estabelecidos recordes mundiais. Como se não bastasse tudo isso, Bikila foi notável, sobretudo, pela força de vontade e determinação que o colocaram, mesmo ante todas as dificuldades, no pódio mais alto do mundo dos esportes.
Nem mesmo um acidente de carro, que o deixou paraplégico, fez com que ele desistisse de sua saga de atleta, desta vez em jogos realizados para portadores de deficiência física.
Vale muito à pena conhecer a história desse homem extraordinário. E parabéns a O2 pela lembrança.
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Mudança de vida
Posted on maio 14th, 2009 1 comment
Jaime antes da corrida

Depois que se tornou um corredor
Conheça a história de Jaime Vargas, que prova que nunca é tarde para começar a correr
Jaime Vargas Corgozinho, 45 anos, era um pai de família sedentário, daqueles que não cogitava em hipótese alguma praticar qualquer tipo de atividade física. “Antes
de começar a me exercitar, eu passava horas no bar bebendo e jogando conversa fora com os amigos”, conta o atleta.
“Foi quando me dei conta de que não queria continuar vivendo daquela forma.” Jaime pesava 110 kg, medindo 1,77 m, e foi em 2004 que resolveu colocar em prática uma nova etapa da sua vida. Largou a bebida e começou a se dedicar à corrida.
“Hoje eu tenho uma paixão enorme por esse esporte, sinto um prazer imenso em correr diariamente e participar de competições”, explica o mineiro.
A sua volta por cima aconteceu devido a uma provocação. “Um dia eu ouvi alguém dizer que correr 10 km em 30 min não era para qualquer um”, conta Jaime. Essa frase o deixou bastante pensativo e incomodado. “Para mim, foi como uma provocação e eu sempre fui muito competitivo, por isso coloquei na minha cabeça que queria correr atrás dessa marca”, conta Jaime. Foi quando largou de vez a bebida e regrou a sua alimentação, para que pudesse ter disposição de sobra para alcançar o seu novo objetivo: uma vida de esportista e saudável.
Jaime começou a correr. Com a atividade física, alimentação balanceada e longe do álcool, o atleta conseguiu emagrecer 27 kg. “Eu sofria um pouco com a pressão alta,
mas desde que comecei com o meu novo estilo de vida, a minha pressão se mantém constante e nunca mais tive problemas”, conta, aliviado. Jaime confessa que no início foi difícil, mas com a sua força de vontade e o incentivo da família, ele não desistiu.
O atleta já participou de diversas competições, entre elas, a 8ª e a 9ª Volta da Pampulha, em Belo Horizonte, MG. Uma delas em 2006 e a outra em 2007. “Eu quero continuar participando de muitas outras provas, não pretendo parar de correr, quero atingir novas metas”, enfatiza.
Reportagem cedida pela Revista SPORT LIFE, edição 82.
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Mamães corredoras
Posted on maio 8th, 2009 No comments
Ilustração: Nathalia Larsen
Para não deixar que o dia das mães passe em branco hoje vamos falar de corrida durante a gravidez. Que o esporte é ótimo para saúde, ninguém discute. Mas será que ele é bom para as gestantes?
Pelo que indicam os especialistas, a resposta é sim, mas só para quem já pratica o esporte e está acostumada aos impactos.
Segundo Jorge Naufal, ginecologista e obstetra, diretor do Hospital e Maternidade Neomater e autor do livro “Gravidez, um caminho seguro”, por ser uma atividade de impacto, a corrida não é indicada para as futuras mamães que nunca praticaram o esporte. Elas devem optar por atividades como natação ou hidroginástica. Porém, as mulheres que já estão habituadas a correr, desde que autorizadas por seus médicos, podem continuar calçando os tênis e batendo perna.
É claro que isso não quer dizer que a intensidade e frequência dos treinos possam continuar os mesmos. Na gestação o melhor mesmo é manter a atividade voltada apenas à manutenção da qualidade de vida e do peso. Nada de pensar em desempenho e performance agora. Durante o treino o ideal também é manter em 70% a frequência cardíaca máxima.
Para as mulheres que estavam apenas começando a correr antes da gravidez, o ideal é praticar outras atividades físicas durante a gestação e voltar a correr alguns meses depois do parto, quando o médico autorizar. O importante é não ficar parada. Afinal, realizar exercícios durante a gestação é excelente e sempre recomendável. A mulher que pratica esportes fica com a musculatura mais forte e suporta melhor a sobrecarga da gravidez. Além disso, a atividade física também melhora a respiração da mulher, a oxigenação do bebê e facilita o parto normal.
A advogada, corredora, blogueira e mamãe, Luciane, de 32 anos, conhece bem os benefícios da corrida, inclusive durante a gravidez. Em seu blog a atleta santista conta como foi continuar correndo durante a gravidez. (http://www.blogger.com/profile/04557178309476593070)
No mais, parabéns a todas as mães e, aproveitem o domingo para correr com a família. Em qualquer ritmo, lugar ou distância. O importante é ser feliz!!!
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Filho de peixe…
Posted on maio 7th, 2009 No comments- Matheus e Caio
- e a Pequena Eduarda
No começo desta semana publicamos um texto que falava da 1ª edição da Maratoninha de São Paulo, uma versão mirim da competição internacional que acontece na cidade um dia depois. O fato é que ficamos imensamente felizes de receber de um de nossos visitantes, o Eduardo Acacio, fotos de seus filhos – Matheus e Eduarda (acima) – na Corrida Infanto Juvenil Corpore Batavinho.
Veja o texto do papai coruja e corredor:
Em mais um sábado, onde até São Pedro colaborou segurando a chuva, meus filhos Matheus (6) e Eduarda (3), participaram da Corrida Infanto Juvenil Corpore Batavinho.
Como sempre a organização fez bonito. O Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, bem ao lado do Ginásio do Ibirapuera, reuniu mais de 2.500 atletas mirins, isso sem contar as mais de 5.000 pessoas entre pais, tios, avós que foram se emocionar com a performance dos futuros atletas.
A festa estava perfeita, com show de palhaços, brinquedos infláveis, pipoca, algodão doce e hot dog.
Nesta prova meu filho Matheus conquistou sua oitava medalha e a Dudinha chegou a sua terceira medalha, e o próximo desafio já tem data marcada, na Pão de Açúcar Kids, que acontece dia 09/05/2009 também no Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães ás 8 horas.
Eduardo, valeu pelo exemplo e pela dica. Até!
Fica agora, o nosso convite aos outros corredores que visitam o nosso Blog: escrevam suas histórias e mandem fotos, vídeos, dicas… com a participação de vocês nosso espaço fica ainda melhor.
Abraços.
Fotos: arquivo pessoal do leitor
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Perdendo peso e ganhando saúde…
Posted on abril 24th, 2009 2 comments
Arquivo pessoal
Sylvia Brennand, 31, foi a primeira ganhadora do concurso cultural que a New Balance promoveu na revista Sport Life. A história dessa alagoana prova que, quando a gente quer, tudo é possível, inclusive vencer a luta contra a balança. E nessa história, a corrida é uma aliada e tanto. Confira:
Em outubro de 2007, Sylvia chegou a pesar 77,5 kg. Não praticava nenhum esporte e também não fazia questão de comprar roupas, já que achava o seu corpo horrível e pensava que ter modelos novos no armário não mudaria em nada seu visual. Depois de ouvir muitas piadas ouvidas por causa do seu peso, resolveu mudar. A alagoana procurou uma nutricionista e entrou de cabeça nas atividades físicas. “Precisei mudar a minha alimentação e começar a praticar algum esporte freqüentemente”, conta. “Confesso que tive muita dificuldade para começar a correr, mas, com determinação, estou conseguindo alcançar os meus objetivos”.
Enquanto treinava, Sylvia admirava as corredoras e as achava poderosas: “Eu sempre pensei em um dia ser como elas, por isso não desisti”, explica.
Não foi fácil passar da caminhada para a corrida, mas a alagoana não desistiu: “Eu contava cada segundo que corria e parecia que demorava uma eternidade, devido à minha falta de preparo físico”, relata.
Hoje, com 56 kg e feliz, Sylvia não para. Alterna treinos de musculação, corrida e bicicleta e pensa em participar de corridas fora de sua cidade, já que, segundo ela, em Maceió não há tantos eventos: “Sonho em participar da São Silvestre!”, conta a alagoana que afirma não poder mais viver sem a corrida.
Texto publicado na revista Sport Life e editado pela equipe do Blog BN Run Your Number.

